lunedì 16 luglio 2012

O modelo feminino e do vencedor






             O modelo feminino e do vencedor
 

Como no resto da América do Sul e mais do que o resto da América do Sul, Brasil, a taxa de natalidade caiu. Um colapso que tem surpreendido os demógrafos e os mesmos que levaram as mulheres brasileiras a partir de uma média, nos anos sessenta era mais do que seis crianças cabeça para que hoje, menos de dois anos, exatamente 1,9 filhos, em comparação com o sul-americano médio, que chegou a 2,3, enquanto a partir das mesmas premissas. Um fenômeno social que se estende a todos da América do Sul apesar de o aborto em quase toda parte ainda é proibido, graças à influência perniciosa de igrejas cristãs, e até mesmo os governos não brilha na promoção do controle de natalidade e planejamento familiar.
 

O grande desenvolvimento - As causas são conhecidas ea principal está ligado ao grande desenvolvimento registrado pelo país. Com o desenvolvimento econômico veio com a urbanização eo abandono do campo "riqueza" representada pelas crianças tornou-se um passivo, porque as crianças da cidade e custam muito mais, até que atinjam a idade de trabalho que necessitem de cuidados e atenção que inurbate casais jovens e os trabalhadores não são capazes de garantir, se não custar que poucos podem pagar. No caso do Brasil também jogou bem cultural, incluindo a proposição de um modelo feminino de mulheres que trabalham e ascensão social ocupado, muito diferente da égua rural que produz dezenas de crianças. Decisiva a este respeito são considerados a telenovela muitos bem sucedido, que por décadas oferecendo sagas da mulher determinada e empenhada na busca de uma realização pessoal que deixa pouco espaço para a criação de um grande número de crianças.
 

Os netos e Vovós - Os inquéritos de investigação e de campo confirmam esta tendência, que vê os netos dessas mulheres que continuamente churn out crianças hoje têm pouco interesse em crianças. Coisa brasileira Muitos em suas mentes e aqueles que pensam que não vão além do desejo de uma criança, também era praticante desta pelos homens brasileiros, que não identifica a prole mais numerosa em um valor ou uma confirmação de licença de machismo, que em qualquer caso, agora não parecem dispostos a desistir. Brasileiros e brasileiras estão mais interessados ​​em criar e desfrutar de uma vida profissional gratificante e para subir a escada social, tarefa difícil e desafiador, mesmo no boom econômico do Brasil. O modelo feminino e do vencedor do presidente do Brasil, Dilma Roussef, que além de uma história de emancipação, que a levou a se tornar a mulher mais importante do Brasil, oferece um exemplo de uma única criança, cresceram com muita atenção até que se tornou no modelo de virada do advogado capacitação e bem conhecido.
 

Pesquisas de opinião - As mulheres brasileiras, dizem as pesquisas são muito ambiciosos e tomar subida mais social dos brasileiros e em um país que oferece muitas oportunidades para aqueles que desejam se dedicar de corpo e alma no trabalho, representam o núcleo duro da grande vontade que motivou o recente progresso do país. A determinação de que não há diferenças de riqueza, apesar de milhões de brasileiros entraram na classe média, na verdade, o Brasil ainda é uma terra de fortes desigualdades, mas as mulheres brasileiras não são afetados por essas diferenças. Seja rico ou pobre, todos rejeitam o modelo de mulheres comprometidos em fazer em casa e cuidar das crianças. Tudo um sonho e querem mais, seja rico ou pobre camponês, ou inurbate, todos rejeitam a exemplo dos antecessores e parecem ter alternativas de projeto muito específicas ea determinação para segui-los sem se distrair com outra coisa.
 
A EMANCIPAÇÃO - O desenvolvimento parece ter levado o Brasil à modernidade e emancipação das mulheres, apesar das pressões obscurantistas de igrejas cristãs, que não foram alterados, e um sentimento religioso ainda significativo. No entanto, sinto que ele já não pode penetrar no corpo e impor modelos sociais tão caras aos cristãos, que as tentações de hoje preferem os sacerdotes da sociedade de consumo e no reino dos céus preferem o aumento do terreno social e econômico, aqui e agora. Uma atitude que combina perfeitamente com o boom econômico e as aspirações do Brasil para se tornar um player global. Nos últimos dias, a economia do país ultrapassou o do Reino Unido terminando em sexto lugar no mundo e não há razão para acreditar que o crescimento não vai parar, sendo um país rico em recursos naturais e não densamente povoada, ainda tem muito espaço para crescimento.
 
 
As favelas - nos próximos anos a Copa do Mundo e as Olimpíadas hospedado no país será vitrines formidáveis ​​dessa mudança no Brasil, que deve muito às suas mulheres e deve muito às políticas prudentes que têm procurado promover o crescimento econômico e ao mesmo tempo reduzindo desigualdades, com muitos projetos sociais e as decisões não convencionais e ousadas, como a legalização das favelas. Uma medida que está a dar frutos, porque as pessoas fizeram seus legítimos proprietários de casas e barracos, produziu uma mudança repentina de atitude dos que ali vivem.
 
CRESCIMENTO - Enquanto os habitantes das favelas continuam a crescer Na verdade, o pequeno exército de neo-proprietários tem encontrado interesse em investir dinheiro e esforço na favela e os efeitos não têm sido lentos para ser sentida, com algumas favelas, que já são transformadas a partir de fortaleza impenetrável de miséria, quase comunidade de classe média em que começar a penetrar e ser bem-vindos até mesmo do Estado, nos lugares que antes tinham apenas a aparência de perigosos e violentos polícia brasileira e agora começa a construir estações de correios escolas, para pavimentar as estradas e levar água e electricidade. Uma decisão antecipada, que repousa sobre os ombros de mulheres determinadas para o sucesso pessoal e um grande desejo de emancipação da memória de um brasileiro de idade, que agora só existem nas memórias desvanecidas de antigos membros.

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